6/07/2020 •
2 min. de leitura

Como montar uma loja virtual de roupas?

Embora possa parecer complexo, cumprindo algumas etapas, processo pode ser mais simples do que se imagina

 

Empreender em uma loja virtual de roupas traz desafios importantes, sendo o maior deles, provavelmente, aproximar a experiência de compra online ao que o cliente vive quando vai até uma loja física.

Além disso, dúvidas comuns sobre como começar, com qual tamanho iniciar as operações, quanto investir nos primeiros passos do negócio, o que planejar e organizar primeiro, entre outras questões, também norteiam a rotina de quem pretende entrar nesse segmento.

Obviamente, nem sempre as respostas para estas perguntas são tão óbvias, mas é importante saber que elas podem não ser tão complexas quanto muitos costumam pensar, bastando, muitas vezes, começar a fazer.

Afinal de contas, praticamente todos os grandes negócios foram pequenos um dia, e não há problema nenhum que o empreendedor se desenvolva e evolua junto do crescimento da sua loja.

Neste post, você vai entender a importância da tecnologia para esse mercado e como as lojas virtuais de roupas obtiveram um excelente crescimento nos últimos anos. Boa leitura!

Crescimento das lojas virtuais

Os e-commerces de roupas sofreram uma grande expansão nos últimos anos. Uma pesquisa feita pela consultoria Conversion, que consta no Relatório Setores do E-commerce no Brasil, chegou à conclusão de que as lojas virtuais no país alcançaram a incrível marca de praticamente 20 bilhões de acessos de usuário durante todo o ano de 2020, período marcado pela transição de clientes do ambiente do varejo físico para o mundo das vendas online.

A pesquisa avaliou os 200 maiores sites de vendas do país e os 15 departamentos principais para o e-commerce nacional, incluindo o setor de vestuário, moda e acessórios com um aumento de 82% e aumentou o seu marketshare em 36%.

Além disso, o setor de comércio eletrônico, farmácia e saúde (64,10%), pets (73,20%), comidas e bebidas (91,20%), moda e acessórios (82,10%) também obtiveram bons resultados.

Dicas de como escolher uma plataforma para criar a loja

Confira, a seguir, algumas dicas de como a escolha da plataforma de criação da loja deve ser feita.

Verificar a possibilidade de configurar o layout

A estrutura visual da plataforma é um dos elementos que mais contribuem para despertar o interesse e prender a atenção do usuário, fazendo com que ele fique mais tempo no seu site. Por outro lado, um layout mal-desenvolvido vai fazer com que o visitante saia rapidamente da página.

Nesse sentido, é essencial saber como posicionar adequadamente elementos específicos, como títulos, caixas de texto, descrição dos produtos, imagens, gráficos, vídeos e links etc. Tudo deve ser organizado de modo harmonioso e equilibrado, sem destoar do conjunto geral.

Avaliar se tem o recurso de recuperação de carrinho

É muito comum que os clientes acessem uma loja virtual, escolham itens para comprar e, em seguida, abandonem o carinho. Geralmente, isso ocorre porque eles repensaram a decisão de compra ou decidiram esperar um pouco, por exemplo.

Por isso, o recomendado é implementar uma função que garante que os produtos selecionados permaneçam no carrinho. Essa funcionalidade traz mais praticidade e comodidade para o cliente. Assim, ao acessar novamente a página, ele terá os produtos ainda no carrinho, o que facilita e agiliza o processo de compras, reduzindo o risco de ele desistir novamente da aquisição dos itens.

Perfil

Conheça mais sobre o perfil do seu público-alvo. Saiba o que ele gosta, quais são seus hábitos, o que ele busca com a aquisição dos seus produtos e quais são as necessidades que ele tem. Saiba a faixa etária, a região onde os membros desse grupo moram, sua renda salarial média, entre outros dados relevantes. Assim, fica mais fácil criar a página virtual e escolher os produtos, tendo em mente um modelo mais bem-definido do seu cliente.

Antes de começar a trabalhar com a loja virtual de roupas, você precisa definir o nicho de atuação no mercado e conhecer melhor o seu público. Saiba que vender para todo mundo e encher o estoque com roupas de vários estilos pode prejudicar o desenvolvimento do seu e-commerce e comprometer o faturamento.

Tenha em mente que existem diversos estilos e tendências de moda no país, conforme faixa etária e o gênero dos usuários, por exemplo. Por isso, você deve definir um direcionamento para o seu e-commerce e fazer a abordagem adequada.

A partir da escolha do nicho e do público, você vai poder investir nas melhores peças de vestuário, determinar estratégias de comunicação, de conteúdo e técnicas de vendas.

Site

Depois de organizar os parâmetros iniciais, o próximo passo é partir para o desenvolvimento do site propriamente dito. Nesse sentido, é importante considerar que a página da loja virtual deve ter uma navegação intuitiva e simples, sem confundir o usuário e sem criar dificuldades para ele acessar os menus de produtos e concluir a compra.

Desse modo, ele consegue selecionar os produtos e fazer as compras mais rapidamente e, como consequência, se sentirá satisfeito com o seu e-commerce e os serviços prestados.

Organização

A organização da loja virtual pressupõe a definição dos elementos que vão compor o site. Isso requer um padrão para não confundir os sentidos dos usuários que acessam o endereço e garantir que eles fiquem na página por mais tempo.

Imagens

Tenha cuidado com as imagens que serão utilizadas no e-commerce, tanto aquelas usadas em anúncios e que ilustram os produtos quantos aquelas que vão compor o layout da loja, representando a sua marca.

É essencial fazer o upload de fotos com resolução alta e de qualidade, pois é por meio delas que o futuro cliente vai avaliar a sua loja e efetuar a compra do produto.

Quando se trata de uma loja virtual de roupas, essa recomendação ganha ainda mais importância. Afinal, o cliente deseja ver melhor a peça do seu interesse, incluindo seu caimento, textura, cores etc. Não são raros os casos em que compramos uma roupa e ela não fica nada do jeito que esperávamos, não é mesmo?

Sendo assim, se possível, contrate uma modelo e tire fotos com as peças no corpo para que o cliente tenha uma noção maior de como aquele item realmente ficará. Capriche na produção e na escolha das imagens.

Descrição dos produtos

A descrição dos produtos deve ser clara e objetiva. Apresente as características básicas, como tamanhos e cores disponíveis, tecido de fabricação, materiais utilizados e numeração.

Além disso, também é interessante incluir as medidas, como o tamanho em centímetros do busto, cintura, quadril e demais aspectos que possam ser relevantes, dependendo do item comercializado — como a circunferência de pernas e braços, nos casos de modelos específicos.

Vale ressaltar que esse elemento é um dos mais importantes, pois a descrição contribui para que a sua loja virtual seja encontrada mais rapidamente nos mecanismos de pesquisa, como o Google. O ideal é criar palavras-chave e hashtags com as principais características do produto.

Trata-se de uma forma de otimizar a sua loja. Isso contribui para que a sua loja virtual ganhe uma melhor colocação nesses sites de busca, fazendo com que o número de acessos aumente expressivamente.

Pagamento

Ofereça formas e condições de pagamento diversas, como cartão de débito, cartão de crédito e boleto. É interessante trabalhar com o máximo de bandeiras possíveis — o que não é uma grande barreira atualmente — e um parcelamento atrativo.

Essa variedade ajuda a aumentar o faturamento, pois pode acontecer de o cliente não ter cartão de crédito ou estar com o limite estourado, logo, ele pode optar por fazer o pagamento pelo boleto, por exemplo.

Além disso, foque na segurança das transações. As ferramentas para operação financeira devem ser seguras, rápidas e protegidas com mecanismos criptográficos que garantem a segurança das transações bancárias, afastando os riscos de fraudes.

Perfil criativo

O perfil criativo pelo qual o empreendedorismo brasileiro é conhecido, somado às facilidades que o e-commerce pode trazer a quem está começando um negócio, formam o pilar que sustenta as possibilidades de sucesso — ainda que o cenário nacional, de forma geral, não seja o mais amigável do mundo para os empreendedores.

Vale ressaltar que não é preciso esperar um site estar em pleno funcionamento para começar a vender. Ferramentas como Instagram, WhatsApp e marketplaces são alternativas que não exigem investimentos iniciais altos. Eles são mais simples do que contratar uma plataforma de e-commerce e outros fornecedores de know-how para manter uma operação segura, e eficiente na internet.

No entanto, para quem pensa em escalar o negócio e ter cada vez mais sucesso, não há como abrir mão de ter um site que seja, de fato, um e-commerce. Por isso, preparamos uma espécie de tutorial para quem quer montar uma loja virtual de roupas, mas ainda não entende muito bem quais são os primeiros passos para isso. Confira abaixo.

Escolha o nome e domínio da loja virtual

Para iniciar a criação do site da loja, um bom primeiro passo é definir o nome, para, então, iniciar o processo de registro do domínio (endereço de web) a ser utilizado. É uma tarefa que, para quem não tem conhecimento avançado de tecnologia, pode até parecer muito difícil, mas, na verdade, é bem menos complicada do que parece.

Existem diferentes formas de se registrar um domínio e algumas empresas de hospedagem podem até oferecer esse recurso em seus pacotes de serviços. Para o começo, seguir por esse caminho não é um problema, mas há o risco de a extensão que ficará registrada em seu endereço dificultar a associação do nome a uma loja ou a um site profissional.

Por isso, registrar o próprio domínio é o mais indicado. Para fazer isso, primeiramente, é preciso consultar no Registro.br se o nome desejado para o domínio está disponível. Ou seja, se não pertence a ninguém.

Depois disso, será possível criar uma conta por meio de um cadastro com alguns dados pessoais, para, a partir daí, começar o registro propriamente dito, que nada mais é que um segundo cadastro, mas, desta vez, com dados mais específicos da empresa.

Feito isso, haverá a necessidade de pagamento de uma pequena taxa e o domínio estará, em poucos dias, registrado para você.

Tenha o Certificado Digital e-CNPJ para empresas

Um passo fundamental — e que pode ser o seguinte à criação e registro do domínio — é a certificação digital e-CNPJ para empresas, que é uma espécie de versão eletrônica do CNPJ. Essa é uma ação obrigatória para a emissão de notas fiscais eletrônicas, por exemplo, além de ser importante para reduzir custos e tempo em processos que exigem certa burocracia.

Para obter uma certificação digital, é preciso escolher uma entre as empresas que atualmente podem prestar esse tipo de serviço. É preciso conferir o que cada uma delas pede e, com isso, optar pela que mais faz sentido para o seu negócio.

Plataforma de e-commerce ou site próprio?

O próximo passo é decidir entre a utilização de uma plataforma de e-commerce ou desenvolver as ferramentas internamente. Para fazer isso "dentro de casa", é preciso ter certo conhecimento sobre tecnologia, contratar pessoal qualificado e alguns fornecedores, o que pode tornar o processo mais custoso e demorado.

Por outro lado, a plataforma pode tornar tudo muito mais simples e intuitivo, além de trazer a possibilidade de resolver todos os processos necessários à operação da loja utilizando apenas um fornecedor.

Como existem muitas opções boas de plataforma no mercado, é preciso considerar o quanto se pretende crescer em curto prazo, pois só assim será possível definir o tipo ideal de fornecedor e se o pacote que ele oferece é condizente com as pretensões do negócio. O mercado disponibiliza algumas dessas plataformas gratuitamente, inclusive.

Quais são as plataformas mais conhecidas do mercado?

Plataformas oferecidas por empresas como Magento, Tray, CiaShop, Linx, Moovin, NuvemShop e Jet E-commerce são muito confiáveis, contando com planos para os diversos tipos de negócio e para as diferentes fases de vida pelas quais a empresa passa.

São plataformas que oferecem integrações com diversos aplicativos para avaliações de produtos, ajuda para otimizações em SEO, análise de relatórios, indicadores-chave, comparadores de preços, vitrine inteligente e muitos outros recursos que servem como facilitadores para seus usuários — motivo pelo qual elas são tão relevantes.

Não quer investir em uma plataforma agora?

Se a loja ainda não está no momento de trabalhar com uma plataforma ou não há condições para desenvolver todos os processos internamente, alternativas de vendas via Instagram, WhatsApp e marketplaces, como citado no começo deste artigo, têm se tornado cada vez mais comuns e vantajosas.

São operações realizadas por links de pagamento, de maneira bastante simples e segura, o que ajuda muito em situações que exigem mais agilidade e praticidade para a realização de uma venda. Esses recursos podem ser utilizados por empresas de diferentes portes e segmentos, independentemente do momento em que se encontram.

Como organizar sua loja antes de colocá-la no ar?

Enquanto faz todas as escolhas dos passos anteriores, é importante saber que tudo deve seguir um planejamento rigoroso e bastante certeiro.

Faça um planejamento efetivo

Buscar informações sobre o mercado digital e sobre o segmento no qual se pretende ingressar é imprescindível. Com isso, é possível conhecer e entender as dores dos consumidores que serão o público-alvo do negócio, para saber como os produtos ou serviços que serão oferecidos podem saná-las.

É importante conhecer a concorrência, pois ela pode ter muito a ensinar, principalmente com o histórico de problemas enfrentados, servindo como uma oportunidade de melhorar o posicionamento da marca, inclusive. Avaliar os diferenciais que o negócio pode ter também é fundamental. Empreender oferecendo mais do mesmo não é o melhor caminho.

Além disso, jamais perca de vista a especialização. Busque cursos, troque experiências com outros empreendedores, participe de eventos do seu nicho etc. Para o mercado de moda, mais especificamente, existem alternativas de cursos que podem dar a base diferencial que o negócio precisa para se estabelecer.

Crie categorias de produtos adequadas para sua loja

As categorias de produtos que serão disponibilizadas precisam ter aderência junto ao seu público-alvo e devem estar adequadas à loja. Uma dica que pode ajudar é procurar aprender com outras lojas virtuais, analisando cuidadosamente como elas organizam seus sites, tirando o que costuma dar certo como lição.

Saiba o que vender na internet

O seu mix de produtos precisa ser competitivo e acertar em cheio as necessidades do seu público-alvo. Se o e-commerce é de moda, é preciso pensar em qual tipo de produto desse segmento haverá mais procura e que atualmente não tem grande disponibilidade no mercado.

Você pretende investir em qual tipo de moda? Roupas para bebês? Vestuário fitness? Vestuário masculino? Feminino? O importante é ter em mente que existem diferentes nichos e que um bom planejamento pode ajudar a explorá-los.

Independentemente do nicho escolhido, é preciso se destacar e oferecer SKUs distintos — SKU significa Stock Keeping Unit, que, em tradução literal para o português, quer dizer Unidade de Controle de Estoque. É uma espécie de código que ajuda a automatizar e gerenciar o estoque de maneira que se possa atender, no caso da moda, pessoas de diferentes estaturas, por exemplo, já que será mais fácil saber tamanhos que são mais ou menos vendidos.

Uma dica importante é tentar não vender os mesmos produtos já comercializados por lojas completamente estabelecidas e consolidadas no mercado para evitar uma concorrência tão feroz nesse primeiro momento. Lembre-se da importância de atacar nichos ainda pouco ou nada explorados.

O preço dos produtos faz parte da estratégia

Tão importante quanto precificar corretamente todos os seus produtos, utilizando margens seguras e pensando em custo de aquisição de clientes, é saber quais deles podem fazer parte da sua estratégia de atração de consumidores.

Uma ótima prática, por exemplo, é selecionar alguns SKUs da sua loja que podem ter descontos especiais. Cores, tamanho ou outras variações que costumam ficar muito tempo em estoque podem ser oportunidades para trazer mais consumidores para perto de sua marca por meio de preços bastante sedutores.

Operação básica para um e-commerce de moda

Alguns pontos são comuns a praticamente todas as lojas virtuais, servindo como base para lojas de roupas. Sem eles, talvez até seja possível vender pela internet, mas não haverá ainda, muito provavelmente, um processo profissional e eficiente para desenvolver o negócio de forma sustentável.

Divulgação

De nada adianta ter um comércio que passou por todo o rigoroso processo de organização, planejamento e implantação sem que as pessoas saibam disso, sem que futuros clientes sejam impactados por ações de marketing e sem que o empreendedor saiba como atrair clientes, bem como retê-los e torná-los fiéis.

Se o negócio ainda não dispõe de grandes recursos para investimento em marketing, procure utilizar as redes sociais e os meios mais simples oferecidos atualmente pelos mecanismos de busca da internet.

Contabilidade

É muito importante para o varejista contar com uma equipe de retaguarda que o ajude em questões como controle de finanças, emissão de notas fiscais e controle de impostos, por exemplo. Algumas plataformas incluem esse tipo de serviço em seu escopo, mas é preciso avaliar a relação entre custo e benefício que elas oferecem.

Logística

A logística tem que ser absolutamente eficiente. Ela é a responsável por praticamente todas as etapas do fluxo de validação e finalização de uma compra. A maioria dos lojistas virtuais opta por trabalhar com os Correios ou outras transportadoras, mas, mais uma vez, vale analisar a especificidade de cada negócio, quantidade de pedidos, regiões atendidas etc.

Atendimento ao cliente

O atendimento ao cliente precisa ser impecável. Se a loja está dando os primeiros passos, isso é ainda mais importante, pois pode ser um grande diferencial, principalmente para quem decidiu não fugir da concorrência com grandes empresas já estabelecidas no mercado.

Seja claro em todos os pontos de atendimento ao cliente, diversifique esses canais, mostre-se disponível e preocupado em atender seus consumidores em qualquer ocasião. Faça com que o valor proposto em seus produtos esteja totalmente de acordo com o que seus clientes recebem no dia a dia.

Pense na experiência e no sucesso do cliente. Mais do que nunca, ele deve ser o centro de todas as decisões em seu negócio.

Fotos no e-commerce: não subestime o poder de imagem

Produtos do segmento de moda precisam ter imagens claras e absolutamente condizentes com o que são na realidade. Invista em ter boas fotos de seus produtos, de preferência utilizando modelos reais, sendo fiel na composição das cores e agregando o maior número possível de informações.

Procure ter imagens de ângulos diferentes e com aproximação que permita a visualização de cada detalhe. Além disso, se possível, produza vídeos curtos sobre cada peça disponibilizada em sua loja.

Importância de uma boa descrição de produto

Como falado anteriormente, quanto mais informações sobre o produto estiverem disponíveis, melhor. Disponibilize um guia de medidas de fácil utilização, traga informações sobre o corpo de cada modelo utilizado e das diferenças entre os tamanhos das peças.

Além disso, invista em páginas com conteúdo otimizado para SEO, pois isso aumentará as chances de a sua loja aparecer bem-posicionada em buscas do Google. Tenha isso como parte fundamental da estratégia de mídia orgânica.

Trocas e devoluções sem burocracia

Um dos tabus mais encontrados por e-commerces de moda é: e se a roupa não servir? Para incentivar o consumidor a comprar sem medo de arrependimentos, tenha um processo de troca e devolução sem burocracia e sem demora.

Não trate esse processo como um custo inevitável, trate-o como forma de fazer upsell e até mesmo de fidelizar seus clientes. Lembre-se que um processo intuitivo e fluido de trocas, e devoluções pode influenciar a decisão de compra desse cliente em uma próxima oportunidade.

Evite problemas com fraude

É fundamental ter segurança em todas as etapas da jornada de compras dos clientes. Os dados devem estar sempre protegidos, a navegação deve estar livre de atritos e as transações devem estar imunes à ação de fraudadores.

Alguns meios de pagamento oferecem soluções antifraude que podem não ser suficientes. Escolher um parceiro especializado é primordial para proteger clientes legítimos e evitar prejuízos nas vendas pela internet.

O comércio eletrônico é um ambiente dinâmico e pode ser desafiador para os comerciantes acompanharem os novos canais de pagamento — principalmente com os riscos de fraude. Soluções direcionadas e comprovadamente eficientes contra fraudes podem ajudar a loja a atingir todo o potencial.

Desde a nossa fundação, em 2001, nos dedicamos a inovar constantemente para otimizar e aperfeiçoar nossos processos, com objetivo de reduzir fraudes e falsos-positivos ao mesmo tempo em que o varejista aumenta vendas, a receita e a satisfação do cliente.

Código de defesa do consumidor para as vendas online

Procurar ajuda especializada para cumprir integralmente tudo o que está previsto na lei de direitos do consumidor fará com que o varejista evite muitos problemas futuros e, acima de tudo, consiga manter a melhor relação possível com os consumidores.

Contratação de um ERP

A tecnologia facilitou a organização e a administração de dados valiosos para tomadas de decisão importantes em um e-commerce. Os ERPs (Enterprise Resource Planning), por exemplo, são sistemas tecnológicos de gestão muito adotados no e-commerce, pois fazem a integração de praticamente todos os processos — inclusive a cadeia de pagamento — e trazem diversos benefícios à operação do negócio.

O ERP permite gerir grandes quantidades de informações de maneira automatizada, o que gera mais fluidez e organização. Quando se busca o desenvolvimento do negócio, processos estritamente manuais diminuem a eficiência da equipe e aumentam a possibilidade de erros. Portanto, pense se é possível contratar um ERP que possa proporcionar a otimização que o seu negócio precisa.

Gere tráfego para o seu site

Uma das dúvidas comuns de quem está começando no e-commerce é sobre o que fazer para aparecer nos resultados de busca do Google. Há, basicamente, duas possibilidades: a primeira é de forma orgânica, ou seja, sem investimento financeiro, enquanto a segunda é paga — geralmente por meio de links patrocinados.

Atualmente, a maioria dos lojistas já entendeu qual é o passo a passo básico para o desenvolvimento de uma estratégia de SEO (Search Engine Optimization). Assim como o nome sugere, é uma forma de otimizar suas páginas para os motores de busca da internet.

Em menor ou maior grau de complexidade, uma parte considerável das lojas virtuais atuais já faz esforços de busca e análise de palavras-chave, criação de conteúdo para páginas de produtos e preenchimento de informações em metatags, como title e description.

A maturidade do mercado diante das otimizações para mecanismos de buscas tornou esse cenário muito mais competitivo e desafiador. Assim, quem deseja se destacar nas primeiras posições de ranqueamento no Google — que é hoje o principal canal de buscas no mundo — precisa ir um pouco além e começar a se preocupar com aspectos mais técnicos da arquitetura e da segurança do site. A plataforma de e-commerce tem importância fundamental nesse processo.

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Escrito por

Jornalista responsável pela produção de conteúdo da ClearSale, é graduado pela Universidade São Judas Tadeu e pós-graduado em Comunicação Multimídia pela FAAP. Tem 10 anos de experiência em redação e edição de reportagens, tendo participado da cobertura dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo. Renovado após seis meses de estudo e vivência no Canadá, aplica agora seus conhecimentos às necessidades do mundo corporativo na era do Big Data.