2/07/2019 •
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Fraudes causam prejuízos milionários a bancos e outras instituições financeiras

Investimentos de grandes empresas do setor financeiro contra fraudes podem ultrapassar os US$ 10,4 bilhões até 2023

 
 

Resumo do post:

- Sistema bancário sofre prejuízos milionários com fraudes

- Prejuízos não são apenas financeiros

- Como evitar problemas com fraudes

- Brasil está bem avançado em sistemas de proteção

Em 2018, o mundo ficou sabendo do prejuízo de US$ 15 milhões que o sistema bancário mexicano sofreu após um ataque silencioso e voraz de cibercriminosos. Tal fato escancarou o tamanho do problema que as redes bancárias podem ter caso não contem com a força de ferramentas de segurança robustas e atualizadas contra ataques de fraudadores.

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A investigação posterior deste caso mostrou que criminosos buscaram, insistentemente, brechas no sistema interbancário do México – semelhante ao utilizado no Brasil –, e que, ao encontrarem, cometeram diversas fraudes de baixos valores, dificultando a identificação de alguma irregularidade. Assim que chegava nas contas fraudulentas, o dinheiro era sacado sem que o banco percebesse a anormalidade, gerando perdas consideráveis para os bancos.

No que diz respeito a cartões de crédito, por exemplo, somente entre janeiro e agosto de 2018 foram detectados 920 mil golpes na internet com o objetivo de roubar dados financeiros de consumidores para clonar cartões de crédito, segundo levantamento do laboratório de cibersegurança da Psafe, empresa que coleta e gera dados a partir de uma base de 20 milhões de smartphones. Isso mostra que tanto empresas quanto consumidores são afetados pela fragilidade de alguns sistemas de proteção e pela má fé de fraudadores.

Prejuízos não são apenas financeiros

Tais exemplos – somados a tantos outros que podem ser encontrados até na mais superficial das pesquisas – mostram que fraudes são mais do que uma fonte de prejuízo monetário, mas também geram regras de compliance e regulamentação que dificultam a escalabilidade de operações de negócios com segurança e preservação da boa experiência do usuário.

E já que pesquisas recentes mostram que clientes tendem a evitar empresas com histórico de fraude, investir em sistemas de proteção e ferramentas robustas contra fraudadores é uma ação que vai além de evitar prejuízos com a fraude em si, sendo uma ação fundamental também para a manutenção da reputação de uma marca.

Como evitar problemas com fraudes

Apontada no CIAB 2019 como aliada importante a ser explorada pelo setor bancário, a Inteligência Artificial é fundamental para garantir a segurança das partes envolvidas em operações financeiras.

Estudos de consultorias mostram que os gastos com soluções contra fraudes de identidade vão chegar a US$ 10,4 bilhões até 2023, enquanto os prejuízos decorrentes de fraudes de cartão de crédito alcançarão os US$ 35 bilhões até 2020.

No entanto, é preciso ter em mente que a Inteligência Artificial também ajuda os fraudadores e cibercriminosos, o que torna a inovação contínua um ponto absolutamente mandatório para as empresas, principalmente as do segmento financeiro. Otimização da identificação de ameaças, rapidez na investigação de alertas e na correção de ameaças e redução de falsos-positivos são ganhos importantes que a tecnologia constantemente atualizada pode oferecer.

Brasil é exemplo em combate a fraudes

Engana-se quem pensa que o Brasil, por seus problemas sociais e econômicos, não conta com tecnologia de ponta e mão de obra ultra especializada para combater fraudes. Por ser um país acostumado com a necessidade de proteção contra diversos tipos de crime, o Brasil desenvolveu, mais ou menos a partir do ano 2000, experiência suficiente para construir sistemas absolutamente sólidos de proteção contra fraudes nos mais diversos segmentos financeiros.

O país está, aliás, entre os mais modernos do mundo nesse quesito, especialmente com relação aos clientes. Cartão com chip e biometria em caixas eletrônicos, por exemplo, são tecnologias nas quais o Brasil é pioneiro.

Infelizmente, o brasileiro ainda é um dos mais afetados mundialmente por fraudes bancárias, já que a habilidade e a criatividade dos criminosos é realmente impressionante - o país é o número um em ataques de phishing para roubo de dados de cartão de crédito, por exemplo.

Este cenário faz com que o Brasil tenha, cada vez mais, profissionais especializados em segurança de dados e soluções antifraude. Contar com este tipo de mão de obra, no entanto, demanda um investimento que os bancos brasileiros já perceberam ter retorno praticamente garantido.

Papel da ClearSale neste cenário

Como uma empresa dedicada à inovação, a ClearSale se diferencia com base na assertividade de suas decisões. Por meio de uma combinação única de tecnologia, análise e pessoas, a ClearSale pode oferecer soluções personalizadas de fraude para cada um de seus clientes.

Essa abordagem personalizada da fraude não apenas resulta em menos prejuízos e falsos-positivos, mas também oferece aos consumidores uma melhor experiência de compra. Para a ClearSale, essa abordagem centrada no cliente é mais do que uma maneira inteligente de fazer negócios, é uma filosofia está enraizado no DNA da empresa.

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Jornalista responsável pela produção de conteúdo da ClearSale, é graduado pela Universidade São Judas Tadeu e pós-graduado em Comunicação Multimídia pela FAAP. Tem 10 anos de experiência em redação e edição de reportagens, tendo participado da cobertura dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo. Renovado após seis meses de estudo e vivência no Canadá, aplica agora seus conhecimentos às necessidades do mundo corporativo na era do Big Data.