11/05/2022 •
2 min. de leitura

Como a inteligência de dados se aplica aos bens digitais? Entenda

Você sabe o que são bens digitais? Entenda sua importância nos dias de hoje e saiba como a inteligência de dados se aplica aos bens digitais na prevenção à fraude!

 
 

A inteligência de dados é um processo de organização e análise de informações que pode ajudar uma empresa a adotar soluções mais inteligentes e tomar decisões estratégicas em seus negócios.

Aderir esse processo pode trazer diversos benefícios, como uma melhor experiência para o cliente, marketing mais eficiente, maior produtividade e mais segurança. Quando aplicada aos bens digitais (ou digital goods), a inteligência de dados pode agilizar a coleta, a organização e a análise dessas informações sensíveis e de grande valor econômico, bem como permitir a tomada de decisões de maneira ágil.

Mas como fazer isso? Quais são os bens digitais? Como eles podem ser protegidos? Explicamos tudo isso neste artigo. Confira!

O que são bens digitais?

O surgimento dos bens digitais se deu simultaneamente com o do ambiente virtual por volta da década de 1970. A internet se popularizou rapidamente em 1989, quando os Estados Unidos decidiram comercializá-la. Então, uma sociedade digital começou a surgir e, com ela, uma infinidade de bens digitais.

Eles podem ser definidos como todas as informações inseridas na internet por um usuário, geralmente de caráter pessoal, e que podem ou não ter conteúdo econômico, e ser armazenados em dispositivos do próprio usuário ou em servidores externos. A sua reprodução se dá por meio de gadgets, como computadores, smartphones ou tablets.

Eles são divididos em 3 categorias: patrimoniais, existenciais e digitais híbridos (ou patrimoniais-existenciais).

Patrimoniais

São aqueles de natureza econômica e que constituem o patrimônio de uma pessoa, por exemplo, as criptomoedas (como a bitcoin), as milhas aéreas, os cupons eletrônicos, as ferramentas utilizadas em jogos de videogame ou os produtos de plataformas digitais.

Existenciais

Os bens digitais existenciais, também conhecidos como bens sensíveis, são aqueles de caráter pessoal. São exemplos: redes sociais, e-mails, fotografias, vídeos, áudios e mensagens privadas trocadas por meio de aplicativos (como WhatsApp ou Telegram), blogs, entre outros.

Híbridos (ou patrimoniais-existenciais)

Os bens híbridos são os que mesclam privacidade e economia. Os exemplos mais comuns são os influenciadores digitais, que, por conta do engajamento e da visibilidade que têm nas redes sociais, conseguem atrair publicidade e o oferecimento de bens e serviços.

Qual sua importância hoje em dia?

Dispositivos eletrônicos fazem parte da rotina de pessoas do mundo todo. Criamos perfis em redes sociais, abrimos contas em bancos digitais, realizamos compras de criptomoedas, baixamos aplicativos com as mais variadas funções e temos licenças de obras literárias, de músicas e tantas outras coisas.

Os bens digitais são importantes porque apresentam valores econômicos e pessoais e podem ser abrangidos em qualquer caso jurídico que envolva algum dado pessoal ou gere alguma obrigação. Como comentamos anteriormente, eles podem ser parte de um patrimônio.

O mundo digital está interligado com o mundo real, e os bens digitais estão cada vez mais expostos. Temos, então, a necessidade de proteger os bens digitais e resguardar informações e dados pessoais.

Ainda não existe a regulamentação de bens digitais no nosso país, mas a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e alguns artigos da Lei do Marco Civil da Internet já vêm sendo aplicadas por governos e empresas para garantir a privacidade e a segurança de dados pessoais e dados sensíveis.

Para não depender apenas do bom funcionamento de leis, empresas também podem recorrer à tecnologia e utilizar da inteligência de dados para proteger bens digitais e evitar sair no prejuízo por conta de golpes.

Como a inteligência de dados se aplica aos bens digitais na prevenção à fraude?

A transformação digital é o processo de utilizar a tecnologia para solucionar problemas comuns com mais praticidade, agilidade e eficiência. Durante a pandemia do coronavírus, então, ela foi fundamental e mostrou que veio para ficar!

Hoje em dia, empresas dos mais diversos ramos precisam lidar com um grande volume de dados e bens digitais. Para conseguir digitalizar processos, coletar, organizar e analisar todas as informações que possuem em mãos, algumas delas vêm adotando a inteligência de dados em seus negócios.

Quando realizam cadastros, efetuam transações ou contratam algum serviço, empresas estão lidando com bens digitais de grande valor patrimonial e econômico, e os criminosos sabem disso.

Em 2021, foi registrado um aumento de mais de 74% no número de fraudes em relação ao ano anterior. Por isso que o mercado valoriza a inteligência de dados: ela foca na captura e cruzamento de dados internos e externos para análise, retroalimentação e aprimoramento contínuo de modelos de risco de fraude.

O ThreaX da ClearSale, por exemplo, é uma plataforma que usa inteligência artificial para processar grandes volumes de informações e garantir a segurança da informação de seus usuários, deixando-os protegidos de fraudes.

A plataforma consegue identificar perfis falsos de redes sociais, phishing (mensagens falsas que podem enganar o destinatário), dados vazados na deep e na dark web e até mesmo as vendas de produtos falsos. Depois disso, elimina a ameaça e continua com a fiscalização para evitar que voltem ao ambiente digital.

Como atuar com análise de variáveis cadastrais, comportamentais e transacionais?

No mercado digital, as pessoas precisam realizar compras com muita agilidade. Quando um jogador precisa de novo itens ou mais vidas em seu game, ele deve concluir a compra do que lhe falta na plataforma do jogo. A mesma precisa ser rápida ou ele pode perder a sua partida e sair frustrado.

Nessas compras rápidas, o risco de fraudes aumenta, pois a plataforma de jogos tem que analisar o pedido em poucos segundos e lidar com informações limitadas a respeito do jogador.

Para realizar a análise de cadastro, comportamento e transações do cliente de forma rápida, segura e inteligente, a empresa criadora do jogo pode adotar ferramentas antifraude. Com elas, é possível cruzar dados de bens digitais e identificar atividades suspeitas, evitando fraudes e golpes.

Adotar ferramentas de inteligência de dados em uma empresa é sinônimo de ações bem planejadas, menos prejuízos e mais chances de sucesso nos negócios.

A ClearSale é líder em soluções antifraude e pioneira no mapeamento do comportamento do consumidor digital. Conheça toda a tecnologia da empresa!

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Escrito por

Jornalista responsável pela produção de conteúdo da ClearSale, é graduado pela Universidade São Judas Tadeu e pós-graduado em Comunicação Multimídia pela FAAP. Tem 10 anos de experiência em redação e edição de reportagens, tendo participado da cobertura dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo. Renovado após seis meses de estudo e vivência no Canadá, aplica agora seus conhecimentos às necessidades do mundo corporativo na era do Big Data.

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