4/05/2021 •
2 min. de leitura

Treinamento e capacitação de funcionários antifraude: como fazer?

 
 

Os dados armazenados no sistema da empresa são ferramentas imprescindíveis para garantir a continuidade das operações, sendo, até mesmo, considerados valiosos ativos. Diante disso, os ataques virtuais arquitetados por cibercriminosos têm sido cada vez mais frequentes, e têm o objetivo de encontrar brechas no sistema para furtar e se apropriar desses dados.

É por isso que uma das maiores preocupações dos líderes é manter a segurança desses dados e preservar a estrutura desses elementos. Para isso, é importante investir no treinamento e capacitação de funcionários antifraude. Trata-se de um dos pilares para garantir a segurança de um negócio online. Afinal, esses indivíduos têm acesso direto ao sistema virtual da corporação. Nesse sentido, é essencial que eles se conscientizem com relação a esse risco e passem a agir com cautela para evitar a invasão ao sistema.

Neste post, você vai entender como pode treinar os seus funcionários para que eles consigam trabalhar de maneira mais segura, evitando ataques e tentativas de fraude na empresa. Acompanhe a leitura!

Incentive-os a seguir as políticas e práticas de segurança da empresa

A empresa deve estabelecer diretrizes internas de conduta que deverão ser seguidas por todos os funcionários. É uma forma de proporcionar uma gestão funcional de segurança e padronizar o comportamento das equipes.

Assim, por exemplo, em caso de suspeita de que algum programa malicioso tenha infectado alguma máquina, o recomendado deve ser isolar esse computador até que ele passe por uma varredura, a fim de identificar a possível existência de malwares. Outra sugestão bastante comum é não permitir que os funcionários acessem suas contas pessoais no computador da empresa, reduzindo os riscos.

Estimule o potencial dos funcionários

Incentive a equipe a dar o melhor de si. Mostre que a empresa valoriza os funcionários e demonstre que eles têm todo o potencial necessário para garantir a segurança do sistema interno da empresa, como reconhecer situações suspeitas e que podem ocasionar riscos, analisar se determinada informação é confidencial, verificar as violações de segurança e eventuais vazamentos de dados etc.

Crie o próprio protocolo de segurança de rede

Essa estratégia defende a criação e a manutenção de um protocolo de segurança de rede da empresa. Trata-se de um conjunto de ações que impedem que o sistema se torne um alvo potencial de ataques cibernéticos. Além disso, é uma forma de definir o melhor caminho a ser seguido em casos que o sistema esteja passando por apuros. O ideal é documentar todo o protocolo de segurança, de modo que as ações não se percam.

Ofereça treinamento e capacitação de funcionários

Um funcionário bem treinado tem a consciência de seu papel para manter a segurança dos dados e proteger o sistema de toda a empresa. Ele age com cautela e máximo cuidado ao desempenhar as suas tarefas de rotina.

Afinal, ele sabe que qualquer descuido, causado por imprudência, negligência ou imperícia, pode ser fatal para a perda de informações. Além disso, ele tem mais capacidade de lidar com as adversidades e sabe agir em situações desafiadoras.

Isso pode ser feito por meio de cursos, treinamentos e exercícios práticos que permitem que a equipe tenha um conhecimento amplo sobre o cenário em que a empresa está situada, incluindo os riscos.

Confira, a seguir, alguns cuidados que todos os colaboradores devem ter no ambiente de trabalho!

Bloquear o computador ao se afastar do ambiente de trabalho

Fazer o bloqueio de uso do computador sempre que for almoçar ou quando for resolver algum assunto fora do ambiente do trabalho, é essencial. Esse cuidado evita que terceiros manuseiem a máquina e tenham acesso ao sistema.

Pense que a empresa está atuando em um projeto que custa milhares de reais. Já imaginou alguém mal intencionado tendo acesso a esses dados? O cenário é perigoso e pode causar inúmeros prejuízos financeiros para o negócio. Afinal, o indivíduo pode aproveitar esse momento de descuido para colher informações confidenciais, modificar e, até mesmo, remover os dados no sistema, prejudicando a continuidade do projeto.

Não compartilhar o acesso

Eduque os seus funcionários a não compartilhar logins de acesso com ninguém, mesmo que sejam colegas de trabalho. Cada colaborador deve ter o seu acesso exclusivo ao sistema. Trata-se de uma forma de identificar o trabalho e a conduta de cada membro da equipe e avaliar o seu trabalho de modo individual.

Esse cuidado também evita que outros funcionários acessem o sistema e cometam erros propositais. Afinal, a partir do momento em que os colaboradores fornecem o login e senha para outros, é certo que terceiros poderão usar esse benefício para qualquer fim.

Além disso, em caso de danos e cometimento de infrações, a responsabilidade recairá no titular do acesso, mesmo que ele não tenha sido o causador do prejuízo. Será bem difícil provar que não foi ele quem cometeu o fato.

Evitar utilizar o computador para fins pessoais

A máquina da empresa não deve ser utilizada para uso pessoal, como a navegação nas redes sociais e e-mails. Essas plataformas apresentam vários perigos para os usuários. É sabido que criminosos aproveitam para enviar conteúdos suspeitos e com malwares para a caixa de entrada das vítimas. Já pensou se o funcionário abre um arquivo contendo um agente malicioso e acaba infectando a máquina?

Os ataques phishing têm se tornado cada vez mais comuns na internet. Ao abrir o e-mail e ser induzido a clicar no link, o usuário é levado a uma página com vírus e trojans, que se instalam na máquina e vão coletando todos os dados do sistema da empresa. Até que o fato seja descoberto e devidamente solucionado, há grandes chances de que ele tenha atingido todo o sistema da empresa.

O treinamento e capacitação de funcionários apresenta um custo viável e traz muitos benefícios para a empresa. A atual “Era da Informação” tem feito com que os dados corporativos ganhem cada vez mais relevância dentro do mercado. Nesse cenário, é necessário investir em estratégias para garantir a proteção dessas estruturas e permitir a continuidade das operações.

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Jornalista responsável pela produção de conteúdo da ClearSale, é graduado pela Universidade São Judas Tadeu e pós-graduado em Comunicação Multimídia pela FAAP. Tem 10 anos de experiência em redação e edição de reportagens, tendo participado da cobertura dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo. Renovado após seis meses de estudo e vivência no Canadá, aplica agora seus conhecimentos às necessidades do mundo corporativo na era do Big Data.