5/10/2022 •
2 min. de leitura

Como usar a maquininha de cartão: 3 passos para não ter prejuízos

Quer tornar as suas transações financeiras mais seguras? Conheça, neste post, 3 passos sobre como usar a maquininha de cartão corretamente para evitar prejuízos!

 
 

Conforme a tecnologia em máquinas de cartão evolui, os criminosos se tornam cada vez mais ousados, aplicando diferentes tipos de golpes. Nesse sentido, é necessário saber como usar a maquininha de cartão para evitar prejuízo ao seu negócio, além de dores de cabeça para o seu público consumidor.

De cartão clonado a roubo de identidade, esses são apenas alguns dos tipos de fraude que podem ser realizadas em pagamentos com cartão. Ao se atentar para esses riscos, você pode identificá-los com maior facilidade e, consequentemente, adotar recursos que sejam capazes de preveni-los.

Quer saber como aproveitar os benefícios da maquininha de cartão sem corres riscos? Conheça agora as melhores dicas para blindar a sua empresa.

Como funciona a maquininha de cartão?

De acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços, o pagamento com cartão de crédito no Brasil aumentou 42% no primeiro trimestre de 2022. Só neste período foram movimentados R$ 478 bilhões a partir desse meio de pagamento.

Esse cenário nos mostra o quanto o cartão de crédito está presente na vida dos brasileiros. Para as empresas, deixar de trabalhar com a maquininha de cartão significa perder vendas e se tornar menos competitivas frente à concorrência.

Compreender como funciona uma máquina de cartão é o primeiro passo para implementá-la na sua empresa e tornar o seu uso mais seguro. O principal fato a ser destacado é que existe um grupo de agentes que operam em conjunto sempre que um pagamento é efetuado.

Em resumo, o cliente paga a sua compra com cartão, o que faz com que os seus dados sejam enviados para a credenciadora, que é a parte responsável por intermediar a transação entre todas as partes.

Por sua vez, a credenciadora se conecta à bandeira do cartão, instituição que define limite e regras de prazo do cartão. O objetivo é identificar o emissor do cartão (banco ou instituição que emite o documento) e confirmar se a transação é viável.

Se há limite de crédito ou saldo disponível, a credenciadora é notificada e autoriza a transação. Assim, a requisição inicial volta para a maquininha, quando se dá a concretização da venda e emissão de recibo do consumidor.

Quais são as taxas cobradas?

Ao adquirir uma maquininha de cartão de crédito para a sua empresa, você terá que arcar com as taxas que bancam a estrutura e o funcionamento desse meio de pagamento. É importante ressaltar que pode haver uma variação nessas taxas, já que não são todas as fornecedoras que as cobram. Veja quais são as mais comuns.

Mensalidade

Se você optar por alugar o equipamento, vai ter que arcar com mensalidade, que é a taxa de aluguel mensal da ferramenta, cujo valor depende do modelo escolhido e da fornecedora.

Taxa de aquisição

Para quem prefere comprar a maquininha, é necessário arcar com a sua taxa de aquisição . Nesse caso, não existe mensalidade, pois são cobradas somente as taxas relacionadas às vendas efetuadas a partir da máquina. 

Tarifa de venda

Se refere ao percentual cobrado sobre a venda do produto ou serviço. Novamente, esse valor varia de acordo com o tipo de transação executada, se é débito, crédito ou parcelado, e a empresa que fornece o aparelho.

Para quem ela é recomendada?

A aquisição de uma maquininha de cartão pode ser feita por qualquer pessoa jurídica ou física que trabalhe com uma atividade regulamentada, vendendo um produto ou serviço. Com esse equipamento é possível aumentar o número de venda, já que possibilita vender a prazo.

Outra grande vantagem do aparelho é otimizar e agilizar os processos de pagamento, dispensando a necessidade de dar troco ou gerar boletos, por exemplo. Sem falar que a maquininha também permite que as empresas tenham acesso a um relatório mais detalhado sobre as suas vendas e os seus consumidores. Tudo isso colabora para a implementação de melhorias.

Como usar a maquininha de cartão corretamente?

O Mapa da Fraude, estudo feito pela ClearSale, revelou que ocorreram mais de R$ 2,8 bilhões em tentativas de fraude no Brasil somente no primeiro semestre de 2022. O estudo considera os pagamentos feitos com cartão de crédito, Pix e demais tipos de transações.

Pela primeira vez o mapa inclui o mercado Business to Business (B2B), que significa Negócio a Negócio, ou seja, a negociação de empresa para empresa. Nesse segmento, foi analisado 1,3 milhão em transações, sendo que desse montante 17 mil registraram tentativas de fraude.

A concretização de uma fraude nesse mercado é extremamente perigosa, pois envolve valores mais altos do que em transações feitas entre empresa e pessoa física.

Sabendo dos riscos que rondam o uso da maquininha de cartão, é fundamental utilizá-la corretamente para inibir atividades fraudulentas. Veja, a seguir, como a sua empresa pode se precaver. 

1. Verifique se todas as vendas chegam à credenciadora

As fraudes envolvendo pagamento via cartão podem ser praticadas tanto por falsos clientes quanto por funcionários da empresa. Um exemplo é a troca da Transferência de Fundos (TEF). As organizações que trabalham com TEF possuem um número lógico que identifica o ponto comercial e possibilita a transação via cartão.

Embora as companhias responsáveis pela TEF assegurem que é impossível alterar o número lógico depois da instalação da maquininha, esse problema pode acontecer no exato momento em que o sistema está sendo instalado.

Os funcionários que tenham acesso ao sistema também podem alterar o número lógico e desviar as vendas realizadas para outras contas. Para evitar esse crime, é indicado adotar tecnologias que ajudem a aferir todas as transações que passam pelo sistema de vendas e são informadas à credenciadora. Dessa forma, permite-se checar se estão compatíveis.

2. Monitore movimentações suspeitas

Quando falamos em maquininha de cartão, um dos maiores riscos é a clonagem de cartão e roubo de dados de terceiros. Diante disso, é crucial que a empresa se mantenha sempre vigilante, adotando mecanismos que sejam capazes de monitorar e detectar transações suspeitas.

Toda e qualquer movimentação vista como um risco deve ser analisada com profundidade. Além disso, é importante que seja feita a conferência dos dados apresentados pelo cliente, de modo a averiguar se estão de acordo com os dados do cartão utilizado para o pagamento.

3. Consulte o CPF cliente

A consulta de dados dos clientes é um procedimento imprescindível para a segurança das suas transações financeiras. Contudo, nem todas as empresas realizam esse processo ou o fazem de modo inadequado, sem obter informações precisas e que realmente possam impactar a sua tomada de decisão.

Por meio da verificação CPF do seu cliente, você pode analisar o histórico de pagamento, o seu score de crédito, vínculos de dados, e comportamentos de consumo. Com esses dados em mãos, é possível projetar cenários e entender se o consumidor é confiável. 

Por que a verificação CPF é essencial para o uso mais eficaz das maquininhas?

Devido ao crescimento de tentativas de fraude utilizando o cartão de crédito no Brasil, é essencial que as empresas façam uma prevenção ativa. Isso significa agir para impedir que esses crimes aconteçam, em vez de lidar com eles apenas quando se concretizam.

Ao fazer a verificação CNPJ e CPF, pode-se aumentar a segurança e confiabilidade da transação financeira. Com os sistemas antifraude, como o Business Trust da ClearSale, existe a possibilidade de consultar o CNPJ de uma empresa e os CPFs de pessoas relacionadas, além da força do vínculo dos dados.

Esses fatores permitem verificar se os dados fornecidos pelo cliente realmente pertencem a ele e são válidos, qual o score de roubo de identidade, avaliar o histórico de boas transações online e gerar informações sobre comportamento, além da força de vínculo com CPF relacionado e informações sobre esse CPF. Portanto, os indicadores avaliam o risco de uma transação fraudulenta ou negociação com alto potencial de risco.

Com a análise de documentos e comportamentos suspeitos, o negócio aumenta as chances de barrar transações fraudulentas, contribuindo para a valorização da sua marca, além de ajudar a atrair e fidelizar novos clientes. Afinal, na hora de adquirir um serviço ou produto, todos buscam uma negociação segura.

Quer tornar as suas transações financeiras mais seguras? Conheça agora mesmo os benefícios do Business Trust da ClearSale!

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A ClearSale é especialista em soluções antifraude nos mais diversos segmentos, como e-commerce, mercado financeiro, vendas diretas, telecomunicações e seguros, sendo pioneira no mapeamento do comportamento do consumidor digital. A empresa equilibra tecnologia e profissionais especializados para entregar os melhores indicadores aos clientes e movimentar o mercado com segurança e confiança.

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