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2/06/2021 •
2 min. de leitura

Guia prático para fazer uma boa análise de vulnerabilidade da empresa!

 

Você sabia que a sua empresa pode estar vulnerável a diversos riscos? Não são raros os casos em que criminosos aproveitam brechas no sistema virtual para invadir o ambiente digital e furtar senhas, e dados importantes das empresas. Como consequência, as corporações podem sofrer prejuízos financeiros milionários que prejudicam a continuidade e a eficiência das operações. Você não quer que isso aconteça com o seu negócio, não é mesmo?

Nesse sentido, investir na segurança das informações se tornou um cuidado fundamental para quem deseja manter o sistema protegido e evitar ser mais uma vítima de ciberataques. Diante desse cenário, surge a importância de realizar a análise de vulnerabilidade de riscos da infraestrutura e dos sistemas de TI para garantir a segurança nas redes. Afinal, é melhor prevenir os riscos que ter que providenciar medidas de recuperação do sistema.

Quer saber como proteger os dados do seu negócio? Neste post, você vai entender o que é e como funciona uma análise de vulnerabilidade nos sistemas virtuais. Acompanhe a leitura e conheça todos os detalhes!

O que é a invasão de um sistema?

A invasão do sistema consiste na criação de mecanismos nocivos que aproveitam de brechas e falhas na segurança do sistema para ter acesso aos arquivos ali armazenados e se apropriar desses dados, causando prejuízos.

Para isso, os criminosos costumam utilizar algumas estratégias, como a engenharia social e a infecção do sistema sem o conhecimento do usuário. Geralmente, os usuários clicam em links falsos infectados com malwares e que acabam instalando vírus, worms e cavalos de Tróia no computador, permitindo o acesso a senhas e informações de login das vítimas, causando danos aos programas e deixando o sistema lento e instável.

Sendo assim, os cibercriminosos exploram as vulnerabilidades do sistema operacional ou do software de aplicativos que são executados no computador ou smartphone, por exemplo, para que um worm ou cavalo de troia consiga invadir o sistema.

O que são vulnerabilidades?

As vulnerabilidades são a incapacidade efetiva de proteção dos sistemas, representadas por situações nas quais as medidas de proteção defensivas são reduzidas, comprometidas e até mesmo inexistentes. Essa situação costuma ocorrer em decorrência de erros no código ou lógica de operação do sistema operacional ou no software de um determinado aplicativo.

Pelo fato de os sistemas operacionais e aplicativos serem complexos, com programações extensas, e por apresentarem centenas de funcionalidades, a equipe responsável pela criação e desenvolvimento não consegue proteger todos os blocos e garantir a entrega de um software totalmente preservado, isento de erros. Nesse sentido, essas brechas no sistema somente costumam ser descobertas e corrigidas pelo fornecedor do software após eventual invasão.

Como surgem as vulnerabilidades na empresa?

As vulnerabilidades podem ter várias origens, é o caso de:

  • falha humana: os funcionários que trabalham na empresa podem ter condutas incompatíveis com a segurança do sistema e, por descuido ou desconhecimento, clicar em links suspeitos, serem vítimas de fraude, ao fazer o download de documentos indevidos e nocivos, por exemplo;
  • erros de programação: falhas na etapa de desenvolvimento de sistemas responsáveis pela proteção podem fazer surgir brechas que são exploradas por hackers e outros criminosos para obter acesso ao sistema e arquitetar invasões;
  • má configuração do sistema: os aplicativos de segurança podem não ser programados com a configuração correta e assim, não garantem o funcionamento devido;
  • problemas nos componentes de fábrica que exigem modificações constantes;
  • atualizações operacionais ineficientes no sistema que contêm brechas de vulnerabilidade e acabam expondo o negócio a riscos;
  • uso equivocado do hardware;
  • protocolos de segurança ultrapassados e desatualizados à nova realidade;
  • configurações equivocadas e ineficientes do sistema de firewall;
  • ausência ou ineficiência das configurações internas e externas da rede de segurança.

Quais são os principais exemplos de megavazamentos no Brasil?

Os vazamentos de dados, por sua relevância e gravidade, podem trazer péssimas consequências para as empresas e se tornarem conhecidos em todo o país. Conheça, a seguir, alguns exemplos de vazamentos que ganharam ampla notoriedade nos últimos anos.

Poupatempo de São Paulo

O sistema de Poupatempo de São Paulo, responsável pela análise e emissão de documentos, teve o seu banco de dados recentemente invadido por criminosos. A ação acarretou o acesso e a divulgação de mais de 223 milhões de brasileiros, como CPF, número do celular, endereço, e-mail e data de nascimento. Essas informações foram colocadas à venda na internet.

Caso Uber

A Uber, empresa de transportes por meio de aplicativo, também foi vítima recente de ataques virtuais perpetrados por cibercriminosos. A multinacional teve dados de cerca de 57 milhões de clientes expostos nas redes. Os dados incluem nome completo, telefone, endereço, e-mail e até mesmo dados bancários cadastrados no aplicativo. A falha ocasionou danos à imagem e reputação da empresa.

Qual é a importância de se prevenir esses vazamentos?

Uma das principais preocupações das empresas é o cuidado em coibir a ocorrência de crimes virtuais, como é o caso de roubo e sequestro de dados. Esses ataques são responsáveis pela perda de dados extremamente valiosos para as empresas, sendo, muitas vezes, considerados verdadeiros ativos para os negócios.

A eventual exposição das informações pode ocasionar a invasão dos servidores e deixar os dados, aplicações e informações confidenciais expostos, violando a privacidade dos dados.

Nesse sentido, ao ter seus dados expostos, a empresa sofre um golpe em sua credibilidade e confiança perante os clientes, parceiros e o mercado, de modo geral. Com isso, ela tem a sua imagem e reputação abaladas. Esse fato pode trazer perdas financeiras e também dificultar o fechamento de novos negócios e a aquisição, e retenção de clientes.

O que é a análise de vulnerabilidade?

Análise de vulnerabilidades é uma estratégia ampla e complexa de reconhecimento, identificação e análise de falhas encontradas no sistema e infraestrutura de tecnologia. 

A descoberta de brechas no sistema e o reconhecimento de ameaças ajudam a identificar mais efetivamente as fragilidades as quais o sistema está suscetível, tanto externamente quanto internamente.

Nesse sentido, o profissional consegue descobrir os pontos fracos de segurança. A partir dessa análise, se torna possível adotar as medidas necessárias para corrigir e sanar as falhas, eliminando os riscos e vulnerabilidades do sistema. A análise deve ser realizada com frequência nas empresas, independentemente do porte e do tipo de nicho em que ela atua. Afinal, as ameaças podem existir em todo e qualquer negócio.

Durante esse procedimento, são descobertos problemas na programação e falhas na infraestrutura que podem permitir o acesso indevido de terceiros não autorizados, por exemplo. Desse modo, a análise serve para efetivar o mapeamento dos sistemas que contêm falhas e delimitam o problema, por meio da emissão de relatórios gerenciais e técnicos.

Após o mapeamento total do sistema, os profissionais de segurança em TI podem atuar para corrigir os problemas e implementar novos mecanismos para proteger o ambiente por meio da determinação de uma nova linha de base para futuras análises.

Esse procedimento de análise pode ser realizado em qualquer infraestrutura tecnológica e sistema virtual que trabalha com a manipulação, gerenciamento e tráfego de dados. Pois todos estão suscetíveis a riscos e instabilidades de várias naturezas.

Qual é a importância da análise de vulnerabilidade?

A análise de vulnerabilidade identifica e corrige brechas na segurança dos sistemas, proporcionando mais desempenho e produtividade para as operações digitais desempenhadas pela empresa.

Confira, a seguir, alguns aspectos que demonstram a importância dessa estratégia de elaborar uma boa análise de vulnerabilidade para a sua empresa:

  • indica falhas em configuração de softwares, ausência de updates recentes e problemas com patches de segurança e inexistência de permissões padrão de acessos;
  • proporciona a melhoria e aperfeiçoamento constantes na infraestrutura da empresa;
  • evita que mecanismos nocivos entrem em contato com o sistema, como ransomwares e outros malwares, contas inativas, sistemas desatualizados, senhas fracas e arquivos suspeitos que podem colocar em perigo a segurança do software;
  • garante a conformidade das operações com a LGPD, proporcionando boas práticas na gestão das vulnerabilidades, de acordo com aquilo que a lei determina;
  • aprimora a configuração de softwares com o intuito de deixá-los mais eficientes e confiáveis;
  • permite a realização de updates contínuos para garantir a proteção do sistema;
  • ajuda a documentar as rotinas de produção.

Quais são os benefícios da análise de vulnerabilidade?

Ainda não sabe se a sua empresa deve implementar esse procedimento? A análise de vulnerabilidade traz muitos benefícios para as empresas. Que tal conhecer mais sobre o assunto? Confira, a seguir, alguns deles.

Agilidade na identificação de falhas

As falhas no sistema surgem a qualquer momento e costumam trazer prejuízos para as empresas. Nesse sentido, as empresas devem estar sempre preparadas para agir, em caso de necessidade. Logo, é essencial identificar e solucionar rapidamente os erros, antes que eles se tornem problemas maiores. Assim, a análise traz rapidez no reconhecimento de eventuais falhas.

Continuidade dos negócios

O surgimento de falhas no sistema pode paralisar as operações por horas e até mesmo dias, colocando em risco a continuidade das atividades. Para evitar essa situação preocupante, a equipe de TI deve estar sempre atenta aos sinais de falhas e pronta para agir, em caso de instabilidade no sistema, com o intuito de minimizar os riscos de interrupção dos serviços nas empresas e reduzindo os eventuais prejuízos.

Melhoria na confiabilidade e na integridade dos dados

A análise de vulnerabilidade proporciona a confidencialidade e a integridade dos arquivos que estão sob sua tutela, evitando danos à imagem e à reputação da empresa.

Controle de segurança

É possível manter a segurança da informação e reduzir riscos de ataques aos sistemas, seja por meio de ransomwares, códigos maliciosos que sequestram os dados e outros malwares que podem extrair e danificar os dados.

Esses ataques costumam ocorrer quando existem vulnerabilidades no sistema, como é o caso de contas inativas, falta de atualização dos sistemas, arquivos infectados com mecanismos maliciosos que são baixados pelos usuários, acesso a links de sites suspeitos e outras falhas humanas etc.

Ajuda na execução de políticas de segurança

A falha humana pode reduzir a quantidade de fragilidades no sistema, pois permite aos gestores tomarem conhecimento dos elementos que estão sendo negligenciados e esquecidos pela equipe. A partir do relatório obtido, se torna possível elaborar políticas de segurança mais eficientes que sejam capazes de aperfeiçoar os pontos em que as falhas acontecia

Como fazer a análise de vulnerabilidades na empresa?

A realização da análise de vulnerabilidade na prática requer a observância de rotinas básicas na infraestrutura de TI, a fim de indicar os pontos que precisam de correções e merecem ser aperfeiçoados.

Quer saber como isso funciona na prática? Confira, a seguir, o passo a passo de como efetivar uma boa análise de vulnerabilidade na sua empresa.

Identifique os ativos de Tecnologia da Informação

O primeiro passo da análise de vulnerabilidade é fazer um levantamento de todos os ativos de TI da empresa. Essa tarefa vai permitir conhecer mais sobre o estado das estruturas que fazem parte dos sistemas, como os hardwares, softwares e peopleware.

Por meio dessa investigação, é possível ter uma noção mais ampla sobre a existência das vulnerabilidades críticas que podem prejudicar o sistema e que merecem ser tratadas quanto antes.

Use um scan de vulnerabilidades

O escaneamento das vulnerabilidades é uma fase que pressupõe o uso de ferramentas específicas de scan que têm o potencial de apontar mais facilmente as fragilidades do sistema, por meio de uma varredura em IPs externos e ativos na rede interna.

Desse modo, é feita uma classificação e categorização das vulnerabilidades, levando em conta os seus riscos e as ameaças que elas trazem ao sistema, bem como a identificação das eventuais brechas de segurança.

A tarefa de escaneamento de vulnerabilidades pode ser feita uma vez por mês ou sempre que a equipe de TI achar que é necessário. Nesse sentido, permite-se uma gestão de ativos mais eficiente e efetivando as correções devidas. Por sua vez, aquilo que não foi detectado passa a ser considerado como risco residual.

Essas verificações externas são essenciais para identificar as ameaças imediatas e proceder às atualizações de software firmware necessárias, bem como de portas, firewall, protocolos e demais ferramentas. Já a varredura interna é responsável por aprimorar as redes do próprio ambiente.

Realize testes de invasão

A aplicação de testes de invasão é um procedimento que ajuda a analisar o nível de fragilidade a que o sistema está suscetível. A partir dessa tarefa, os gestores e equipes tomam conhecimento do grau de perigo que o negócio está vulnerável.

Além disso, fica mais fácil identificar as falhas principais e conhecer outras brechas que não foram encontradas anteriormente mas que, se não forem tratadas e corrigidas, podem ensejar o surgimento de problemas maiores que prejudicarão o negócio.

Nesse sentido, o teste de penetração consiste em técnicas que identificam falhas de segurança nos sistemas e redes corporativas. Esse procedimento complementa o escaneamento de vulnerabilidades, por meio do uso de softwares e demais ferramentas para invadir os sistemas e simular ações de criminosos que tentam invadir a rede.

Esses testes costumam ser divididos em 3 modalidades:

  • black box: parte da ideia que o hacker ou outro criminoso não tem conhecimento prévio sobre a infraestrutura da empresa, o que exige mais tempo na análise e na simulação de um ataque externo.
  • white box: o criminoso conhece a infraestrutura do sistema e consegue identificar as operações realizadas;
  • grey box: consiste em um teste intermediário dos 2 tipos anteriores. O criminoso dispõe de informações sobre o sistema, mas não sabe tudo sobre a infraestrutura, apenas detém informações restritas e limitadas.

Faça uma lista com as principais vulnerabilidades

A avaliação de vulnerabilidade pressupõe a etapa de listagem e classificação conforme a relevância da ameaça e o risco que trazem para a infraestrutura de TI. Essa lista será muito útil, pois serve como um guia para a solução a ser aplicada em cada falha encontrada e serve para definir o tipo de risco e implementar as medidas necessárias para corrigir todos esses problemas.

Os primeiros itens da lista são as falhas maiores e mais relevantes que têm o potencial de prejudicar a continuidade das operações da empresa. É importante dispor de modelos catalogando as principais ameaças em seus ativos e métodos, como é o caso STRIDE, da Microsoft. O STRIDE cataloga 6 tipos de ameaças:

  • Spoofing of identity (roubo de identidade ou falsificação de dados);
  • Tampering with data (violação ou adulteração de dados);
  • Repudiation of transaction (repúdio de transação não devida);
  • Information disclosure (divulgação não autorizada de informações);
  • Denial of service (ataques de negação de serviço);
  • Elevation of privilege (elevação de privilégio).

A listagem das vulnerabilidades pode ser feita por um profissional contratado ou por um colaborador da própria equipe de TI. Geralmente, a primeira opção é a mais recomendada para as empresas, uma vez que um colaborador externo pode ter uma qualificação mais especifica e já tem experiência no assunto, característica que um funcionário da empresa dificilmente teria.

Mantenha o controle contínuo do procedimento

A análise de vulnerabilidade deve ser feita de modo contínuo. Para isso, os gestores devem manter um controle periódico. O ideal é determinar uma frequência, como mensalmente ou bimestralmente, mas que está sujeita a alterações, como no caso de atualização de algum ativo ou inclusão de novos elementos na infraestrutura.

Quais são as consequências de fazer a análise de vulnerabilidade?

Esse procedimento de natureza preventiva e corretiva traz vários benefícios para a sua empresa. Afinal, a identificação de brechas no sistema permite que a equipe possa agir para realizar o tratamento dos riscos.

Aumento da segurança

As empresas que efetuam corretamente a análise de vulnerabilidade e corrigem as falhas dos seus sistemas estão expostas a menos riscos de ataques de criminosos. Afinal, essas ameaças costumam vir de sistemas desatualizados, contas inativas e falhas humanas.

Além disso, seguir as recomendações de proteção pressupõe que a empresa está operando em conformidade com as normas da LGDP (Lei Geral de Proteção de Dados).

Agilidade na identificação dos erros

A rápida identificação das falhas minimiza os danos ao sistema, pois permite que a equipe possa agir mais rapidamente e reduz as chances de proliferação das ameaças, possibilitando a continuidade das operações.

Integridade e confidencialidade dos dados

A segurança da informação pressupõe dados protegidos e confidenciais, livres de qualquer tipo de ameaça. Nesse sentido, a análise de vulnerabilidade tem o objetivo de manter esse status e conferir a proteção necessária aos arquivos.

Economia de tempo e dinheiro

O mapeamento e conhecimento das vulnerabilidades permite que a equipe comece a agir quanto antes para prevenir a ameaça. Logo, há uma efetiva economia de tempo e dinheiro.

Isso porque as ações preventivas que corrigem fraquezas costumam ser menos custosas e evitam prejuízos financeiros maiores, causados quando a falha já está em nível mais avançado.

Quais são os diferenciais da ClearSale?

A ClearSale se preocupa com a proteção dos dados, pois entende que eles são um dos ativos mais valiosos para as empresas. O objetivo é trazer segurança e confiança para os clientes. Nesse sentido, a Clear atua fortemente para garantir a integridade e confidencialidade dos dados, principalmente aqueles que fazem parte do core business da empresa.

A ClearSale oferece um suporte qualificado e de qualidade para os clientes, colocando à disposição uma equipe de executivos de relacionamento para atendimento, além de uma equipe de suporte técnico especializada que fica disponível 24 horas por dia. Além disso, a ClearSale fornece uma infraestrutura tecnológica de ponta de segurança da informação e atua nos conformes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

A empresa consegue reagir de modo rápido às ameaças quando tem conhecimento sobre o problema. Nesse sentido, a análise de vulnerabilidade possibilita o mapeamento de falhas e problemas que afetam a infraestrutura de TI e podem prejudicar gravemente o sistema da empresa. Portanto, é importante realizar esse procedimento de verificação com frequência a fim de garantir a proteção e manter a continuidade e a eficiência dos processos.

Quer garantir a segurança da infraestrutura da sua empresa e evitar as ameaças? Então, entre em contato com a ClearSale e conheça as nossas soluções disponíveis! A ClearSale é líder em soluções antifraude e que permitem a realização da análise de vulnerabilidade dos sistemas!

Escrito por

Jornalista responsável pela produção de conteúdo da ClearSale, é graduado pela Universidade São Judas Tadeu e pós-graduado em Comunicação Multimídia pela FAAP. Tem 10 anos de experiência em redação e edição de reportagens, tendo participado da cobertura dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo. Renovado após seis meses de estudo e vivência no Canadá, aplica agora seus conhecimentos às necessidades do mundo corporativo na era do Big Data.