4/07/2019 •
2 min. de leitura

Vazamentos de dados têm que despertar inconformismo de bancos e fintechs

 

Casos recentes de ataques de hackers mostram o tamanho do prejuízo que as brechas nos sistemas de segurança podem causar

 

 

Resumo do post:

- Vazamentos de dados em bancos e fintechs podem causar danos desastrosos

- Casos reais e recentes de ataques a bancos digitais

- Boas práticas para evitar problemas

- Como a ClearSale combate a fraude em bancos e fintechs

Quando se fala em vazamento de dados, poucos trazem a mesma preocupação que se vê quando o incidente acontece em instituições financeiras, como bancos e fintechs – companhias que guardam a imagem de sistemas de segurança totalmente invulneráveis, o que é um engano perigoso.

Apesar de todo e qualquer tipo de vazamento de dados ser extremamente nocivo, o problema atinge dimensões desastrosas quando ocorre em escala gigantesca e envolve a vida financeira de clientes das pessoas — saber que um criminoso é capaz de acessar e tomar para si toda a movimentação financeira de terceiros é uma ideia que arrepia todos os cidadãos.

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Na era do Big Data e da Internet das Coisas, é evidente que a segurança de dados precisa ser uma preocupação constante. Diante de casos recentes de violação e vazamento de informações sensíveis de centenas de organizações e de milhões de pessoas em todo o mundo, instituições ficam sujeitas às penalidades de órgãos reguladores e às manchas na reputação da marca, as quais podem ser absolutamente devastadoras. Sem falar nos prejuízos inestimáveis dos consumidores que têm dados vazados.

Casos recentes

Dois casos recentes de bancos digitais de sucesso causaram muita polêmica e reverberação no cenário nacional. Ao todo, mais de 100 mil clientes tiveram dados vazados após falhas de sistemas de segurança descobertas por hackers e fraudadores. As informações vazadas incluíam nome, endereço, cópias digitalizadas de documentos de identificação, comprovantes de residência, senhas diversas e logs de transações bancárias.

“A maior parte das fraudes realizadas no Brasil está relacionada à apropriação indevida de dados de consumidores, e a obtenção destes dados acontece de diversas maneiras, principalmente nos meios digitais”, diz Rafael Dias, gerente de analytics da ClearSale.

Boas práticas para bancos e fintechs

Para evitar ataques e vazamento de dados, além de todas as práticas de segurança comuns a todas as instituições financeiras hoje em dia, é fundamental buscar parceiros que conheçam a ação de fraudadores nos mais minuciosos detalhes, incluindo o contexto de cada transação e das tentativas de fraudes em cada uma delas.

E já que pesquisas recentes mostram que clientes tendem a evitar empresas com histórico de fraude, investir em sistemas de proteção e ferramentas robustas contra fraudadores é uma ação que vai além de evitar prejuízos com a fraude em si, sendo uma ação fundamental também para a manutenção da reputação de uma marca.

Boas práticas para clientes

Existem algumas atitudes que afastam a possibilidade de problemas. A primeira coisa a se fazer é trocar a senha que foi, ou pode ter sido, vazada. Também é aconselhável atualizar senhas parecidas com a que vazou, mesmo que sejam usadas em serviços diferentes do prestado pela empresa atacada.

Mesmo com a senha alterada, é aconselhável que clientes cancelem seus cartões de crédito, evitando clonagens. Retirar todos os recursos de uma determinada conta e pedir o encerramento da mesma são atitudes um pouco mais radicais, mas compreensíveis quando se pensa no tamanho do problema que pode acontecer quando dados bancários são vazados.

Como a ClearSale combate fraudes no mercado financeiro

Como uma empresa dedicada à inovação, a ClearSale se diferencia com base na assertividade de suas decisões. Por meio de uma combinação única de tecnologia, análise e pessoas, a ClearSale pode oferecer soluções personalizadas de fraude para cada um de seus clientes.

Essa abordagem personalizada da fraude não apenas resulta em menos prejuízos e falsos-positivos, mas também oferece aos consumidores uma melhor experiência em cada transação. Para a ClearSale, pensar no cliente como centro das ações é mais do que uma maneira inteligente de fazer negócios, é uma filosofia está enraizado no DNA da empresa.

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Jornalista responsável pela produção de conteúdo da ClearSale, é graduado pela Universidade São Judas Tadeu e pós-graduado em Comunicação Multimídia pela FAAP. Tem 10 anos de experiência em redação e edição de reportagens, tendo participado da cobertura dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo. Renovado após seis meses de estudo e vivência no Canadá, aplica agora seus conhecimentos às necessidades do mundo corporativo na era do Big Data.